TESTE DA ORELINHA

A audição é um sentido muito importante para o desenvolvimento da criança, pois é através desse sentido que se dá o desenvolvimento da linguagem. Se houver uma perda na capacidade auditiva, por menor que seja, haverá uma dificuldade no recebimento das informações sonoras do meio ambiente, as quais são imprescindíveis para a aquisição da linguagem.

Diferentemente do Teste do Pezinho, o Teste da Orelhinha não é realizado através de qualquer furo na orelha do bebê. O teste é realizado nos primeiros meses de vida através da colocação de um pequeno fone acoplado a um computador de mão na orelha do bebê, o qual vai emitir sons de fraca intensidade e vai analisar as respostas que a orelha interna do bebê produz como resposta aos sons enviados. Além disso, durante a realização do teste, o bebê está dormindo, em sono natural, não tem contra-indicação e dura em torno de 5 minutos.

Alguns fatores de risco para a surdez congênita:
- história de outros casos de surdez na família;
- infecção intra-uterina provocada por citomegalovírus, rubéola, sífilis, herpes genital ou toxoplasmose;
- baixo peso ao nascer;
- hiperbilirrubinemia, que é uma doença que ocorre 24 horas depois do parto, onde o bebê fica todo amarelo por causa do aumento de uma substância chamada bilirrubina;
- medicações ototóxicas, ou seja, que afetam a audição;
- síndromes neurológicas, como a Síndrome de Down ou de Waldemburg, entre outros.

Mesmo que seu bebê não apresente qualquer um desses fatores de risco, faça o Teste da Orelhinha. Nem todos os casos de surdez registrados apresentam riscos antecedentes.

Dúvidas para: fgafernanda@gmail.com

FERNANDA FERREIRA – CRFa 11161
Bacharel em Fonoaudiologia pela UFRJ, Pós-graduada em Psicomotricidade pela UCAM, Mestre em Psicologia pela UFRJ.
Telefone: 8152-9333 / 7852-0977

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