BATALHÃO FLORESTAL SOB AMEAÇA!

Rola um bochicho nos bastidores do Governo estadual que o Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro está com os dias contados. A proposta que corre a sete chaves é transformar o Batalhão Florestal em uma coordenadoria subordinada ao Instituto Estadual do Ambiente para funcionar exclusivamente como força policial no interior das unidades de conservação (parques e reservas).

Criado em 1988 por decreto do então governador Moreira Franco, o Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente chegou a ter cinco companhias no Estado do Rio de Janeiro: São Gonçalo (sede), Cachoeira de Macacu, Campos, Angra do Reis e Aperibé. Desse efetivo, as companhias de Angra dos Reis e Aperibé já foram desativadas.

Na contramão de Estados como São Paulo, Minas Gerais, Goiânia, Mato Grosso e Paraná, que dispõem de vários Batalhões Florestais e dezenas de companhias, o Rio de Janeiro extingüiu duas companhias e remanejou seu efetivo florestal para unidades policiais no Maracanã, Rocinha e Morro do Alemão. Há rumores ainda que outros 190 homens do Batalhão Florestal serão transferidos para outros batalhões sem vínculo com a questão ambiental.

Com a palavra, o governador Sergio Cabral e os secretários estaduais José Mariano Beltrame (Segurança Pública) e Carlos Minc (Ambiente).

GERHARDO SARDO
Jornalista Analista e Ambiental

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